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Quanto tempo você gasta fazendo alguma pesquisa, se atualizando dos últimos acontecimentos ou se comunicando por aplicativos de celular diariamente? Possivelmente o seu cálculo acompanhe a tendência de uma recente pesquisa da consultoria Opera Media Networks com usuários americanos apontando que, nos últimos três meses, aplicativos móveis captaram a atenção do consumidor em média 36,9 minutos por dia. Pode parecer pouco considerando que o dia tem 24 horas, mas o levantamento, que é realizado trimestralmente, teve índices de 30 minutos no primeiro quarto de 2016 e 33,5 no segundo, ou seja, um crescimento de 23% em apenas seis meses.

No Brasil, mais da metade da população está conectada à internet, porém, pela primeira vez houve queda no índice de residências com computadores desktops na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, a mesma que apontou que a quantidade de smartphones não para de crescer.

É por essa realidade que, em todo o mundo, o termo mobile first torna-se cada vez mais comum no universo corporativo. Ele designa o conceito de plataformas digitais que são pensadas e desenvolvidos com a finalidade primária de atender às demandas de acesso à tecnologia por smartphones e tablets.

Exemplos de sucesso de aplicativos que foram concebidos em mobile first não faltam: Waze, WhatsApp e o Uber, entre outros. Mais do que uma experiência visual adequada às pequenas telas, eles se destacam pela capacidade de se anteciparem às necessidades do usuário no uso dos apps, criando soluções para atendê-las. No caso do WhattsApp, por exemplo, a integração com a agenda de contatos do usuário e imediata identificação daqueles conectados ao aplicativo. E se inicialmente ele foi pensado para envio de mensagens de texto, hoje as facilidades são diversas: mensagens de voz, ligações de áudio e mais recentemente de vídeo, possibilidade de enviar gifs animados e sabe-se que não vai parar por aí.

No entanto, para a maioria das empresas, ainda que haja a consciência de que é preciso de adequar a essa nova forma de arquitetura da informação, falta entendimento sobre como fazê-lo. E é por isso que muitos acabam errando e perdendo ao invés de ganharem com isso.

O primeiro erro é pensar o mobile first como um complemento ou uma adaptação da experiência desktop. Isso porque as necessidades de navegação e disponibilidade de recursos são completamente distintas entre eles. Ao estabelecer a plataforma móvel, as empresas precisam conhecer antes, o que os seus usuários, clientes, parceiros, precisam que ela possua. Os principais requisitos tendem a ser layout adaptado à pequena tela, navegabilidade, facilidade de acionar funções, interatividade com os demais dispositivos e recursos do celular ou tablet, tempo de resposta e, especialmente, disponibilidade total ━ 24 horas por dia, sete dias por semana.

Nesse sentido, outras tecnologias como a nuvem e o machine learning contribuem para e potencializam o aprendizado sobre a experiência e o perfil dos usuários. Da mesma forma, investimentos em automatização e na capacidade de gestão digitalizada são fundamentais para entender e se antecipar a todas as necessidades, de modo que a interação seja completa e alcance, para ambas as partes, o objetivo pretendido.

Arquitetura da informação como deve ser

O conceito mobile first é premissa básica das soluções oferecidas pela Zalts aos seus clientes. Plataformas e aplicativos de serviços em ambiente web, inclusive móvel, são pensados e desenvolvidos considerando as demandas e expectativas de interação das empresas e dos usuários, suprindo as necessidades e tornando a conectividade entre elas rápida, objetiva e eficaz, com resultados reais para o negócio.

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