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Recentemente, circulou a notícia de que Mark Zuckerberg, dono do Facebook, teve sua própria conta na rede social invadida, assim como a do Twitter e a do Pinterest (leia sobre aqui e aqui). A senha que ele utilizava para as três contas? “dadada”.

A verdade é que, assim como o CEO, a maioria das pessoas utiliza senhas fracas e repetidas para diversos acessos na web, uma vez que seria complicado, quando não dizer impossível, definir e memorizar tantas senhas grandes e complexas. Porém, ao facilitar o trabalho dos hackers, os problemas podem podem se multiplicar e ter consequências irreversíveis. Por isso, um recurso pode evitar esse transtorno sem que você tenha que exaurir a sua memória: um gerenciador de senhas.

Disponíveis para a maioria dos navegadores e sistemas operacionais, incluindo dispositivos móveis, os gerenciadores armazenam todas as suas senhas em um só lugar. Elas são todas criptografadas e para acessar basta que você memorize uma única senha mestra que acessa o “cofre”. Isso dá a possibilidade de criar uma senha para cada conta na web. Quanto maior e com mais caracteres variados for a senha, mais forte ela é, por isso vale abusar de letras maiúsculas e minúsculas, símbolos e números.

Para tornar a segurança das informações ainda maior, alguns gerenciadores utilizam o sistema de autenticação de dois fatores. Além da senha mestra, o usuário precisa digitar um código que é enviado por SMS ou gerado por um aplicativo como o autenticador de senhas do Google. A proposta é a mesma do código token utilizado por alguns bancos para a realização de transações financeiras via internet.

Os gerenciadores de senhas online com autenticação multifator mais conhecidos são o  LastPass e o Dashlane. O primeiro, em nuvem, é o mais utilizado pela facilidade do uso, possibilidade de restrição de acesso por país e habilitação de outros recursos, como um e-mail de segurança dedicado e acesso móvel restrito. Já o segundo tem como opção manter as suas senhas guardadas localmente e sincronizá-las com outros dispositivos individualmente. Ambos suportam os sistemas operacionais Mac, iOS, Android e Windows. Há ainda o 1Password, que não utiliza a nuvem, pois criptografa as senhas apenas localmente e oferece a sincronização de dados entre dispositivos via iCloud, Dropbox e wi-fi. É também o que oferece a navegação mais amigável, um apoio para usuários menos avançados. 

Fontes: CIO.com, Tecnoblog e Gizmodo

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