Zalts Blog

Os avanços tecnológicos colocaram o planeta para trabalhar em um tempo diferente do que simplesmente aquele marcado pelo relógio. Em TI, a premissa é de se estar sempre um passo à frente, uma exigência cujo cumprimento não se sustenta apenas por medidas isoladas; é preciso ser encarado como uma necessidade de reinvenção.

A questão é como fazer. Isso porque a maioria das empresas se coloca em desvantagem por não possuir o aporte necessário para uma mudança brusca, sem saber que é justamente esse não comportamento que vem determinando a solidez e sustentabilidade das transformações no universo de TI.

Se no passado a eficiência era a medida de desempenho mais importante de TI, hoje ela compõe uma tétrade que engloba, com o mesmo peso, tempo de resposta, confiabilidade e segurança — a chamada digitização. O conceito é definido por processos de integração de cadeias de valor de produtos ou serviços em tempo real, estruturados e ambientados em plataformas digitais, com máximo aproveitamento das soluções de computação em nuvem, big data, mobile e redes sociais. O Uber e o Airbnb são exemplos de empresas que já nasceram digitizadas.

No Brasil, as empresas ainda são pouco digitizadas, com indíce bem abaixo de países com alto investimento tecnológico, mas expectativa de crescimento elevado nos próximos anos. As empresas consideradas altamente digitizadas costumam investir 8% das suas receitas anuais nessa orientação tecnológica, enquanto esse número entre as empresas nacionais ainda são incipientes, cenário que deve mudar ao longo dos próximos cinco anos.

E é justamente por entender que essa não é uma revolução que se dá da noite para o dia, o processo de digitização precisa ser alicerçado no que se define como abordagem de duas velocidades. Enquanto uma mantém o negócio da empresa funcionando, outra é desenhada para substituir a primeira, já que o show não pode parar. A abordagem de duas velocidades trata-se, portanto, da estratégia menos invasiva e mais efetiva de criação de vantagem competitiva.

Entre as empresas que vem obtendo êxito nessa realização a atitude é de concentração primária de esforços de uma nova TI em uma ou duas áreas de negócio de alto valor, estreitando, dessa forma, o escopo de trabalho e os investimentos para, posteriormente,  escaloná-los para todo o negócio de TI da companhia.

Sendo assim, estabelecer uma liderança empresarial digital é essencial para colocar claros os objetivos de criação de valor digital para o negócio e traçar estratégias precisas e viáveis. Da mesma forma, não existe reinvenção sem que haja conhecimento sobre aquilo que se objetiva realizar, especialmente por haver uma necessidade de incorporar a alta tecnologia ao legado já existente. Qualquer falha nesse percurso pode colocar à deriva e até mesmo naufragar o projeto e, por consequência, toda uma estratégia de posicionamento e resultados.

A Zalts é uma empresa que traz a reinvenção da tecnologia em seu DNA, pois foi criada por profissionais que acompanham desde o início essa necessidade de transformação das empresas para estabelecerem seus negócios nos pilares de TI.

Mais do que especialistas na criação de estruturas e aplicação de ferramentas e recursos de TI, eles conhecem as etapas e impactos inerentes desse processo nas organizações — aporte aplicado na construção de projetos que caracterizam-se, principalmente, pela adaptabilidade às reais necessidades da empresa, otimização de recursos e potencialização dos resultados —  predicados das organizações de sucesso.

Conte com a Zalts para posicionar a tecnologia como um pilar de sustentação e crescimento do seu negócio. Entre em contato pelos canais contato@zalts.com.br ou zalts.com.br e solicite a realização de um diagnóstico gratuito.

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